O pedido do criminoso, que manifesta a esperança de que “um fiel seguidor de Deus” peça perdão por ele, com a esperança na volta de Jesus, indica que na loucura dele há um traço de lucidez. Ele sabia que estava cometendo um pecado e esperava que alguém intercedesse por ele
— O pedido do criminoso, que manifesta a esperança de que “um fiel seguidor de Deus” peça perdão por ele, com a esperança na volta de Jesus, indica que na loucura dele há um traço de lucidez. Ele sabia que estava cometendo um pecado e esperava que alguém intercedesse por ele — disse o teólogo e pastor presbiteriano, acrescentando que o teor da carta não tem qualquer base bíblica, mas revela que o criminoso “bebeu em alguma fonte cristã sectária”.
Autor do livro “Código Penal Celeste — prepare sua defesa diante do Tribunal Supremo”, entre outros, o rabino Nilton Bonder, da Congregação Judaica no Brasil, afirmou que viu no texto do criminoso apenas “fragmentos de costumes
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